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Posts tagged ‘saúde’

a propósito do dia de ontem…

Si, coñezo a enfermidade. En todas as súas fases. Con toda a súa putada e toda a súa merda.

Por iso hoxe árdeme o peito lendo nos xornais as declaracións institucionais das distintas administracións, dicindo que si, que si, que canto queremos aos velliños, que imos dispór de cada vez de máis axudas, que si, que si, que canto queremos aos velliños e as velliñas que enferman disto, e que camiñamos cara a aplicación da lei de dependencia, e o carallo 29.

 Que si, que si, que canto queremos ás velliñas e aos velliños e que sorte que vivimos no estado de benestar e que para nós a idade é un patrimonio…

(in A canción do náufrago)

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pigs on the wing

Pigs...(martin rowson)

Pigs...(martin rowson)

a cabala

Este fim-de-semana li*, pela enésima vez, que Portugal tem dos pães mais salgados da Europa. Bastante mais, aliás. O que explicaria, também, o facto de sermos um país com uma expressiva percentagem de hipertensos. O que, por sua vez, resulta serem as doenças cardíacas a causa de morte mais frequente nesse-mesmo-nosso-país.

A segunda causa de morte são as doenças oncológicas e, destas, o cancro de estômago está em 2º lugar. Com o qual o consumo de sal está associado.

Será isto um problema menor? Será um problema de impossível resolução? Ou, talvez, uma cabala das padarias para nos matar a todos?

*in Pública

blá, blá, blá

Não sabemos como estão a ser acompanhados posteriormente estes idosos e isso preocupa-nos (ministra da saúde in DD)

E isso é reconfortante para quem está nas listas de espera 4 anos, é tratado às cataratas num olho e espera mais um ano para ser operado às cataratas do outro olho. Sendo octogenário, ainda mais sensibilizado deve ficar com tanta preocupação.

Assim como é estimulante assistir ao espectáculo de criticas às autarquias que levam os “seus” velhos a Cuba: é mais caro, não é tão seguro e, se estivessem mesmo preocupadas com os seus munícipes, teriam antes estabelecido protocolos com os hospitais privados ou as misericórdias.  

É o que há de bom neste país: não se pode dizer a alguém “olha, comprei isto e aquilo por tanto”, que logo aparecem dúzias de amigos, solícitos ou indignados, a contrapor “pois foi caro, se me tivesses falado dizia-te onde compravas por muito menos”.

Já agora, não sendo este assunto uma pura novidade, o que faz tanta gente, de repente, se preocupar com as “viagens” a Cuba?

E será que não podem aproveitar a embalagem para encerrar outras listas de espera do mesmo modo expedito (misericórdias, privados, seja lá o que houver)?

 

 

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