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Fotos da Inauguração da exposição de Portografia

Ver mais fotos no Imago Mundi.

na revista Sábado de hoje

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No Museu do Vinho do Porto

PortoGrafia

setembro

Neste final de Verão, assim a modos que xôxo, verifico que já no ano passado o Verão de 2010 não foi diferente. A bem dizer, no canto noroeste da Ibéria…porque por outras paragens a canção será outra.

Mas o tempo que faz e o tempo que temos, são só aspectos do Tempo que passa. Importante, mesmo, é ser a tempo.

tempus fugit

…ou o eterno retorno.

PortoGrafia na Lituânia

Estudantes na Universidade de Vilnius em visita à Exposição PortoGrafia, na embaixada de Portugal. Mais fotos aqui, no site olá LieTuva, do adido cultural da embaixada, Nuno Guimarães.

Estudantes da Universidade de Vilnius em visita à Exposição PortoGrafia. (foto de Nuno Guimarães)

parodos “PORTOGRAFIA” atidarymas

Ou seja, com alguma boa vontade: o acontecimento cultural do ano.

Estamos todos convidados!

Lapkričio 16, Portugalijos Embassy, 17 val.

Pedro Freire Almeda Parodos “portography” atidarymas (in olá LieTuva)

A Embaixada de Portugal na Lituânia...não tem nada que saber: é mesmo ao lado da Benneton.

“…pero la lluvia es la compañera inseparable”

Por indicação amiga da Maria Luisa cheguei a este artigo no El País:

A Oporto le sienta bien la luz: el cielo se pone azul y unas nubes gordas y blancas se mueven rápidamente por él como si tuvieran miedo a quedarse quietas. La luz hace que las baldosas de las fachadas de los viejos edificios, muchos de ellos abandonados, brillen. El escritor más importante de la ciudad, Eugenio de Andrade, fue el poeta de la luz, y de los cuerpos y de la vida.

A Oporto le sienta bien la luz, pero la lluvia es la compañera inseparable. La lluvia cae a menudo para marcar territorio (Félix Romeo in elpaís).

E se ela se lembrou de mo mostrar foi por lhe fazer recordar algo semelhante que leu em PortoGrafia:

A cidade velha vive sob a influência da atmosfera densa do rio: sua luz não é a do Sol, mas a da chuva. 

E são as tardes frias, cinzentas, quem seduzem o estranho que nela se perca.  A cidade brilha sob a chuva miúda, sua pele de sáurio antigo se solta, rejuvenescendo na mulher de beleza eterna e idade indefinível. Do húmus das fundações libertam-se exalações íntimas, insinuantes. Suas ruas se transfiguram no bailado de luz e cor com as nuvens que passam. Nuvens ligeiras e úberes

(Arranhando a superfície até sangrarem os dedos in Imago Mundi)

 

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