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« nous naissons tous dignes et égaux en droits »

Il est paradoxal qu’à l’heure où l’être humain dispose de davantage d’outils pour réaliser sa complexité, certains souhaitent le réduire et le définir par une seule dimension (…) l’identité se crée face à l’altérité, se façonne dans l’échange avec l’autre. Or, quand l’identité réduite à une dimension[3] répond à un vide existentiel, elle peut devenir essentielle à l’individu, vitale.  Il n’y a dès lors qu’un pas à franchir pour que l’affirmation de soi tourne à la haine de l’autre (…)

le respect des droits de l’Homme doit permettre à l’individu, conscient de son pouvoir sur lui-même et l’environnement, d’actualiser son potentiel. Or, la vie d’un individu selon une identité complexe et des traditions particulières, tant qu’elles sont respectueuses de la dignité d’autrui, appartient précisément à ce potentiel(…)une politique de la diversité respectueuse des droits de l’Homme doit agir sur les capacités des individus et non se fonder sur le concept délicat d’identité (E. Kaminsky)

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“Quando Darwin desobrigou Deus das suas tarefas…”

 O socialismo está para a sociedade liberal com o criacionismo está para o evolucionismo. A dificuldade que muitos encontram em conceber o mundo sem um Deus criador e interventivo é a mesma que outros encontram para imaginar uma sociedade livre do peso excessivo do estado. O princípio de que a ordem geral pode ser o resultado espontâneo de acções individuais é difícil de engolir. (in A destreza das dúvidas)

do divórcio unilateral

O Presidente vetou  a lei que permite a declaração de divórcio unilateral alegando haver uma parte fraca no casamento (a mulher): a realidade da vida matrimonial no Portugal contemporâneo, onde subsistem múltiplas situações em que um dos cônjuges – em regra, a mulher – se encontra numa posição mais débil.

 

Com a nova lei, a ser promulgada, os comportamentos da parte abusadora (o homem) seriam recompensados dando-lhe de mão beijada a possibilidade do divórcio quando bem entender e sem ser constituído parte culpada (como seria num divórcio litigioso), sujeita ao pagamento de indemnização. Conforme diz quem deve ter muita experiência nestas coisas da vida conjugal, a proposta lei visa um “certo facilitismo, desprezando os valores que ajudam a manter os vínculos e os compromissos públicos e sérios que as pessoas fazem e que não devem ser desfeitos por uma situação imediata, mas tendo em conta os efeitos dessas decisões para as pessoas e para a sociedade”.

Como sou rapaz solteiro não tenho opinião, mas, sempre que ouço os defensores do casamento contra o facilitismo dos divórcios, fico percebendo que casamento é um tipo de sociedade ainda mais complicado do que as outras que se constituem nos registos comerciais. Bem diz o outro: “…até que a morte os separe.” (mais…)

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