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Posts tagged ‘forças armadas’

importa-se de repetir?

Isto é, o meu alerta é que existe o perigo disso acontecer, não quer dizer que venha a acontecer, e até espero que não aconteça.(in publico)

Quando me declarei objector de consciência ao serviço militar (então obrigatório), fi-lo por manifesta aversão à imposição do dito serviço e à mentalidade característica da instituição militar, muito parecida, aliás, com a que existe nas praxes académicas (que, na altura, também contestava). 

Contudo, a ideia de “forças armadas”, do direito a defender-me por meios (se necessário) violentos, etc, não eram as razões que me moviam contra o SMO (embora não se pudesse dize-lo porque os limites que a lei concedia ao objector eram demasiado, ridiculamente estreitos para um debate livre e salutar). Por isso, o fim do serviço militar obrigatório e a constituição de forças armadas profissionais (e subordinadas ao poder democrático), a admissão de mulheres e a participação em acções internacionais sempre me foram simpáticas.

 Não fosse o crónico, eventualmente agravado, estado de bovinidade do corpo discente das universidades nacionais, e atrever-me-ia a encarar com maior optimismo a evolução das mentalidades neste jardim de betão à beira-mar levantado, inclusivé até nas ditas forças armadas. Mas estas “bocas“, que se pretendem sensatas e para levar a sério, são tão ridículas, tão burras mesmo (para ser sucinto e inequívoco), que até doem (como aqueles sketches sem piada nenhuma dos Gatos Fedorentos e que esticam, esticam, sem jamais resultarem em nada…).

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“don’t ask, don’t tell”

Há poucos dias lia o JCésar Neves sobre o “deboche e perversão” e hoje vejo estampado aqui exemplos bem palpáveis:”(…)warnings about “inappropriate passive/aggressive actions common in the homosexual community,” the prospects of “forcible sodomy” and “exotic forms of sexual expression,” and the case of “a group of black lesbians who decided to gang-assault” a fellow soldier.”(in Washington Post)

Não, não é “o mais brutal e esmagador ataque à família e à vida da história do mundo” (JCésar Neves a propósito da pílula anti-concepcional), mas anda perto.

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