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motivo de júbilo?

“Muito pelo contrário!” dizem, e não é que têm razão?! O que pode resultar da conjugação de esforços do Império e do narcogoverno colombiano (ou “governo neo-fascista de Uribe”)? A  “libertação de três mercenários estado-unidenses, 11 polícias & militares e um membro da classe dominante colombiana” (in resistir.info hoje), pois evidentemente. Para piorar as coisas, os fascistas sionistas também terão ajudado.

Também preocupante é a postura do Comandante Chavez: não é que ele tem o desplante de também se alegrar com a notícia?  Si yo fuera guerrillero no secuestraría a nadie, y dije que deberían hacer un esfuerzo por la paz”

Felizmente, o “Povo colombiano poderá continuar a contar com a solidariedade dos comunistas portugueses na sua luta contra a opressão e exploração, pela justiça social, pela democracia e soberania nacional“.

Entretanto, a “classe dominante” aproveita para viajar. E fica uma dúvida: “Merece algum de nós passar 2323 dias preso, no mato e acorrentado, só por ser democrata ?” Depois de ler resistir.info suspeito que haja políticos que diriam que sim”.

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grito de raiva

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Aqui não se poupa um grito de raiva e exigência da libertação imediata de Ingrid Betancourt e restantes sequestrados(in Água Lisa):

Usted debe decidir si quiere quedar para siempre como un criminal de guerra o si quiere entrar en los libros como un hombre (Lorenzo Deloye)

se arrependimento matasse…

Em nada lhe importa por em grave risco a vida dos prisioneiros. Finalmente, são mais de cinco anos sem que (…) se tenha interessado em facilitar a libertação desta gente. (o recém-falecido comandante Raúl Reyes in Resistir)
 

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Falando de si mesmo?

prova de vida

Lo peor no es el dolor físico, no son las cadenas que llevamos colgadas al cuello, ni las permanentes enfermedades. Es la agonía mental causada por la irracionalidad de todo esto, el enojo que produce la perversidad del malo y la indiferencia del bueno (Luis Mendieta, no nono ano de cativeiro, in BBC)

perguntar não ofende

É uma questão muito simples. Básica, mesmo. A colocar frente aos que se revêem na história, na luta, na política, no espírito (seja lá o que isso for), das FARC:

“Não se sentem, um bocadinho que seja, assim a modos como que sem saber que dizer a propósito  dos relatos destas mulheres?” 

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