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bom fim-de-semana

Esta es una época interesante, y lo digo en el peor sentido de la palabra. (Paul Krugman)

não meter a cabeça debaixo da areia

O que vale um discurso? Talvez pelo que diz. Ou pela forma como diz. Ou por quem o diz. Ou tudo isto e mais ainda.

Mais importante do que ser “brilhante”, este discurso vale por fazer um balanço, apontar os problemas e as prioridades, apelando à responsabilidade política,  não abdicando os valores da sociedade democrática e livre em prol da segurança e do bem-estar.

Pena que um discurso assim não esteja nos horizontes duma Comunidade Europeia, nem dum país como Portugal, e não é por não se viver também em permanente campanha eleitoral.

E pena que para ler um discurso assim não encontre uma transcrição integral na minha língua.

novo mundo, velho mundo

e agora, obama?

Eis uma excelente oportunidade para debater se é este ( ou não) um daqueles momentos de viragem:

pelos Professores Carlos Santos e Seabra Figueiredo
SERÕES CULTURAIS DA BONJÓIA
TERTÚLIAS À MODA DO PORTO
LOCAL: Quinta da Bonjóia. Rua da Bonjóia 185, Porto
QUINTA, 29 de Janeiro 2009 / 21H15
 
O pessimismo é um valor seguro a prazo, mas há sempre lugar para a novidade eu acredito que ele possa realmente trazer mudança. Já conseguiu mudar a cor da América no mundo, mas eu espero muito mais. A ver vamos…(Celi M).
 
 
 

changes

melting-pot

(…) For even as we celebrate tonight, we know the challenges that tomorrow will bring are the greatest of our lifetime – two wars, a planet in peril, the worst financial crisis in a century. (…)

This victory alone is not the change we seek – it is only the chance for us to make that change.  And that cannot happen if we go back to the way things were.(…)

And to all those who have wondered if America’s beacon still burns as bright – tonight we proved once more that the true strength of our nation comes not from our the might of our arms or the scale of our wealth, but from the enduring power of our ideals: democracy, liberty, opportunity, and unyielding hope.  (…)

This is our chance to answer that call.  This is our moment.  This is our time – to put our people back to work and open doors of opportunity for our kids; to restore prosperity and promote the cause of peace, to reclaim the American Dream  (Barack Obama dixit)

eterno retorno?

Para quem como eu, nascido e criado nos tempos da Guerra Fria e do Grande Timoneiro, a queda do Muro, a implosão soviética e a revolução capitalista chinesa são processos históricos ainda difíceis de observar friamente. Como vai longe, por exemplo, o tempo em que os americanos receavam ser “comprados” (hollywood, indústria automóvel) pelos japoneses!

Agora, no maior momento de crise (e absoluta desorientação) dos Estados Unidos no último  meio-século, quem vem lhes estender a mão e dar palavras de ânimo?

 

(mais…)

“e as consequências vão aumentar todos os dias se nada fizermos”

Eu mesmo já aqui desabafei contra a injustiça da coisa, mas que o mundo nasceu torto está cientificamente provado (que o digam os cientistas do CERN). Quando se dá corpo e voz para a derradeira cena dum mandato onde se pecou por arrogância, excesso e falsas verdades, para vir dizer o que agora diz, dou comigo de boca aberta a acreditar piamente em cada palavra sua.

Pena tenho eu dos americanos, agora que também os governantes do meu país reconhecem que algo pode acontecer a nós, portugueses. Mas não há motivo para maiores preocupações, felizmente. Deixemo-nos aqui quietinhos que o temporal logo, logo, há-de passar.

it takes two to…

It has become the basis of our throw away society – an apparently infinite Aladdin’s cave of goodies; the answer to the dreams of the world’s shopaholics. O reverso da medalha está à vista, o verso do reverso pode ser o desejável: a imposição de regras e de fiscalização, à semelhança de tantos outros países. E não deixa de ser trágica a ironia deste escândalo arrebentar semanas depois da apoteose olimpica. Mas mais trágica e irónica, é a conjugação dos dois extremos do capitalismo selvagem: na China, como nos Estados Unidos. A model that looks appealing in part because assets are not valued at market prices ought to ring alarm bells

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