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calhandras e calhordas: o estado do ambiente em Portugal

"o Governo não se ocupa de casos fabricados com base em calhandrices"(fonte governamental à LUSA in Publico)

    

Taxonomia:  Família: Alaudidae. Espécie: Melanocorypha calandra (Linnaeus 1766) Estatuto de Conservação: Nacional (Cabral et al. em publ.): NT (Quase ameaçado) Protecção legal: 􀂃de 1979, com a redacção dada pelo Decreto-Lei nº 49/2005 de 24 de Fevereiro – Anexo I Decreto-Lei nº 140/99 de 24 de Abril, Transposição da Directiva Aves 79/409/CEE de 2 de Abril Em Portugal, observa-se redução da sua área de distribuição, tendo desaparecido nos últimos vinte     anos de Trás-os-Montes, Vale do Tejo e Algarve. (ficha técnica do ICN)   

As calhandras, aves que se alimentam de gafanhotos e escaravelhos (entre outros), têm sofrido com as agressões ao ambiente. Consta que o seu habitat tem sido reduzido drasticamente nos últimos meses (TVI, Publico, RTP, agora ameaça a Sic).

Pessoalmente, acho bem que o governo se ocupe de assuntos como o da proteção das calhandras (e pelo vistos tem-se esforçado). Só por base em calhordices pode alguém nega-lo.  

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polícia dos costumes

A Polícia de Segurança Pública é parca em comentários. O subintendente Henriques Almeida apenas afirmou que “o livro não era apropriado para ser exposto” numa feira de livros que estava a ser frequentada por crianças. “Houve muitas reclamações e, como medida cautelar, o livro foi retirado do local onde se encontrava”, explicou Henriques Almeida, acrescentando que “agora será avaliado pelas instâncias subsequentes se constitui, de facto, a prática de algum acto ilícito”. (in JN)

impróprio para consumo

impróprio para consumo

 

Parece que as “brincadeiras” de Carnaval, este ano, andam à volta do mesmo: abuso de autoridade e aplicação de códigos morais. Em Torres Vedras, em Paredes do Coura. Também em Braga.

Algo anda pelo ar: um cheiro bafiento, rançoso, a coisa velha e estragada. Ministério Público, PSP, DREN…donde lhes vem a inspiração?

É como diz o livreiro António Lopes: Sei que a PSP não recebeu ordens do ministério da Cultura, mas a verdade é que se sentem, actualmente, à vontade para o fazer” (in Publico)

“a queixa, a miserável queixa, a queixa atenta…”

Portanto, como gente decente, desviamos o olhar e rimo-nos como de costume, dizendo que não tem importância. Não tem. Hoje, é isso que não tem importância (in A Origem das Espécies)

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