novidades e outras coisas

Archive for Janeiro, 2013

“Hablando de sexualidad como Dios manda…”

137_sextodia

Imagem a acompanhar a publicidade da “FORMACIÓN PARA JÓVENES: Curso SEXUALIDAD Y AFECTIVADAD PARA JÓVENES. HABLANDO DE SEXUALIDAD COMO DIOS MANDA…”

Confesso (e fica-me bem o acto de contrição): sou dum tempo em que não se ouvia falar destas coisas como aquela que acima se pode ler. Ainda bem que a Igreja Católica já fala do sexo, promove o falatório sobre sexo, forma os jovens sobre sexo, enfim…sinto-me abençoado por viver estes tempos!

Confesso, também, que pensei tratar-se duma brincadeira (una broma, vaya usted!), mas quando confirmei que estava na página da “Pastoral Universidad de Alcalá“, que é coisa mesmo da Igreja, bem…volto a olhar para a foto publicitária, releio o texto, e fico maravilhado: afinal, o sexo pode ser algo divertido. E depois duma sessão de 45 minutos de perguntas, sobe-se para a capela e assiste-se a uma missa com a mesma duração. É mesmo o que os “muchachones” estão a pedir! (mais…)

Anúncios

Regresso aos bons velhos tempos…

Centralismo

Leio isto hoje:

“(…) o casamento da ANA, uma historieta que tem tudo para sair muito cara. Passo a explicar: a ANA geria os aeroportos com lucros fabulosos para o seu pai, Estado, que, entretanto falido, leiloou a filha ao melhor pretendente. Um francês de apelido Vinci, especialista em autoestradas e mais recentemente em aeroportos, pediu a nossa ANA em casamento. E o Estado entregou-a pela melhor maquia (três mil milhões de euros), tornando lícita a exploração deste monopólio a partir de uma base fabulosa: 47% de margem de exploração (EBITDA).(…) O grupo francês Vinci tem 37% da Lusoponte, uma PPP (parceria público-privada) constituída com a Mota-Engil e assente numa especialidade nacional: o monopólio (mais um) das travessias sobre o Tejo. Ora é por aqui que percebo por que consegue a Vinci pagar muito mais do que os concorrentes à ANA. As estimativas indicam que a mudança do aeroporto da Portela para Alcochete venha a gerar um tráfego de 50 mil veículos e camiões diários entre Lisboa e a nova cidade aeroportuária. É fazer as contas, como diria o outro…” (Daniel Deusdado in JN)

Daqui segue-se uma  sequência lógica: novo aeroporto de Lisboa, nova travessia rodo-ferroviária  do Tejo e recuperação da nunca esquecida ligação Lisboa-Madrid por TGV.

Como nos bons tempos a.C. (antes da Crise).

Imagem

Imagem

2013

dilbert

Nuvem de etiquetas

%d bloggers like this: