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Archive for Dezembro, 2010

“hay que repetirlo sin tregua”

(…) Fue un acto coherente con mi convicción de que una dictadura representa el mal absoluto para un país, una fuente de brutalidad y corrupción y de heridas profundas que tardan mucho en cerrar, envenenan su futuro y crean hábitos y prácticas malsanas que se prolongan a lo largo de las generaciones demorando la reconstrucción democrática.

Por eso, las dictaduras deben ser combatidas sin contemplaciones, por todos los medios a nuestro alcance, incluidas las sanciones económicas. Es lamentable que los gobiernos democráticos, en vez de dar el ejemplo, solidarizándose con quienes, como las Damas de Blanco en Cuba, los resistentes venezolanos, o Aung San Suu Kyi y Liu Xiaobo, que se enfrentan con temeridad a las dictaduras que sufren, se muestren a menudo complacientes no con ellos sino con sus verdugos. Aquellos valientes, luchando por su libertad, también luchan por la nuestra. (…)

Nada ha sembrado tanto la inquietud, removido tanto la imaginación y los deseos, como esa vida de mentiras que añadimos a la que tenemos gracias a la literatura para protagonizar las grandes aventuras, las grandes pasiones, que la vida verdadera nunca nos dará.

Las mentiras de la literatura se vuelven verdades a través de nosotros, los lectores transformados, contaminados de anhelos y, por culpa de la ficción, en permanente entredicho con la mediocre realidad.

Hechicería que, al ilusionarnos con tener lo que no tenemos, ser lo que no somos, acceder a esa imposible existencia donde, como dioses paganos, nos sentimos terrenales y eternos a la vez, la literatura introduce en nuestros espíritus la inconformidad y la rebeldía, que están detrás de todas las hazañas que han contribuido a disminuir la violencia en las relaciones humanas. (Mário Vargas Llosa in el país)

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PortoGrafia na Lituânia

Estudantes na Universidade de Vilnius em visita à Exposição PortoGrafia, na embaixada de Portugal. Mais fotos aqui, no site olá LieTuva, do adido cultural da embaixada, Nuno Guimarães.

Estudantes da Universidade de Vilnius em visita à Exposição PortoGrafia. (foto de Nuno Guimarães)

É Tua e é de todos…ou será que é só para alguns?

Compreendo os argumentos da CP, Refer, ministérios da tutela e etc, quando pretendem encerrar linhas de caminho-de-ferro no Douro: não há utentes para lhes dar utilidade, nem há segurança por serem muito velhinhas e tal e coisa.  E têm razão. Basta alterarem os horários, reduzindo-os e levando os utentes a gastarem um dia para fazerem uma deslocação de ida-e-volta, para estes passarem a preferir os transportes públicos rodoviários ou o automóvel particular.

Também entendo a EDP e ministérios da tutela quando insistem na importância de se construírem mais barragens ainda que o benefício energético seja mínimo, com elevados custos ambientais e destruição duma estratégia de valorização turística internacional assente nos patrimónios natural, cultural e outros. Os ganhos que lhes interessam provavelmente são outros, mas disso nada percebo, ainda que entenda a ideia.

Quem não entende, mas parece que gostaria de quem lhe explicasse é o senhor abaixo-citado:

Chegados a este ponto é lícito perguntar: em que mundos vive o Ministério Público e a PJ, ou será que o vale e a Linha do Tua é que já não pertencem a este mundo? Tudo isto existe, tudo isto é triste, tudo isto fede…” (Daniel Conde in DN)

O que (ainda) resta da ponte ferroviária internacional da Linha do Douro.

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