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visão estratégica

 “Não é qualquer Governo que toma medidas como estas e está disponível para sofrer as consequências (…) o povo tem que sofrer as crises como o Governo as sofre“. (Almeida Santos, presidente do partido no poder, in Público)

Se abrissem a cantina da Assembleia da República à noite, eu ia lá jantar. Eu e muitos outros deputados da província. Quase não temos dinheiro para comer.(…) Estamos todos a apertar o cinto, e os deputados são de longe os mais atingidos na carteira” (Ricardo Gonçalves, deputado do partido no poder in CM)

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Comentários a: "visão estratégica" (2)

  1. adelaide Pereira said:

    É caso para perguntar: eles disseram isto? É que nem dá para acreditar!!

    A farsa vai continuar pois os farsantes (cada vez aparecem mais) não arredam pé. Os assistentes os que se divertem com as novelinhas políticas nem dão conta que o seu futuro está a cada momento mais comprometido. O País (nós) caminha para um fosso do qual cada vez será mais dificil sair.

    O que nos faltava mesmo, agora, era de alguém (com responsabilidades e experiência política ) vir com este tipo de discurso!!! Infelismente vamos continuar a ler e ouvir este tipo de discurso que é francamente de lamentar!!!

    Adelaide Pereira

    • Perdão, Adelaide ;)mas só me ocorre responder em francês e por palavras que nem são minhas:

      Chant d’automne

      Bientôt nous plongerons dans les froides ténèbres ;
      Adieu, vive clarté de nos étés trop courts !
      J’entends déjà tomber avec des chocs funèbres
      Le bois retentissant sur le pavé des cours.

      Tout l’hiver va rentrer dans mon être : colère,
      Haine, frissons, horreur, labeur dur et forcé,
      Et, comme le soleil dans son enfer polaire,
      Mon coeur ne sera plus qu’un bloc rouge et glacé.

      J’écoute en frémissant chaque bûche qui tombe ;
      L’échafaud qu’on bâtit n’a pas d’écho plus sourd.
      Mon esprit est pareil à la tour qui succombe
      Sous les coups du bélier infatigable et lourd.

      Il me semble, bercé par ce choc monotone,
      Qu’on cloue en grande hâte un cercueil quelque part.
      Pour qui ? – C’était hier l’été ; voici l’automne !
      Ce bruit mystérieux sonne comme un départ.

      (Charles Baudelaire)

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