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Entusiasta que sou do abuso da bicicleta no dia-a-dia e também nos outros dias, fico siderado com esta análise comparativa feita pelo F.Míguez a propósito da sua deslocação à Corunha dando ao pedal, relativamente a outras que faz usando o carro:

MODO Peso Potencia Tempo
Bici 13Kg 200W 5h14min
Coche 1.300Kg 90.000W 2h15min

Para depois concluir:

¿De verdade podemos afirmar que a mellora é proporcional? ¿Ten lóxica aumentar a potencia 450 veces para reducir o tempo á metade, aproximadamente? Creo que non estamos a empregar a solución axeitada“.

Logo após a publicação do post citado surgiram dúvidas sobre o modo como F.Míguez recolheu os dados da experiência...

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Comentários a: "pelas contas, parece que estamos a falar do tgv…" (7)

  1. GraciasPois aquí estou, para aclarar calquera dúbida sobre a metodoloxía. 😀
    En canto remate de arreglar a bicicleta de estrada e máis os xeonllos, verei de probar o experimento cara O Porto.

    • Como não sou engenheiro, nem cientista, e muito menos economista, fico-me pelo desabafo politico que todo o cidadão fica obrigado: entre a ciclovia e a autoestrada, o caminho-de-ferro (sem ter de ser TGV) ainda me parece solução mais racional para o transporte de pessoas e mercadorias.

      Pelo comentário, Míguez, percebo que os joelhos (e a bicicleta) sofreram desgaste, mas a vantagem de se recorrer às energias renováveis é a de carregar as baterias enquanto se descansa.

      Repetir a experiência “descendo” para sul, para o Porto, é capaz de ser mais fácil (coisas da lei da gravidade, suponho)…mas pode calar os críticos e ser pretexto para a construção duma “ciclovia de alta velocidade do noroeste peninsular”.

      É ganhar ânimo e recuperar forças!

  2. A non moitos metros da miña casa, pasa tódolos días un comboio que, se non me engano, dende o Porto ven, e a o Porto vai. Xa hubo tempos en que eran máis frecuentes, pero xa sabe, o TGV, o TGV…
    A bicicleta non é que tivese desgaste, e que foi «adquirida» nun contenedor do lixo, e funlle reparando todo menos a pintura, que lle está a tocar agora. O dos xeonllos é desgaste, sen paliativos, pero para reclamar unha «ciclovía de alta velocidade do noroeste peninsular» hei facer un esforzo 🙂

    • Esse combóio parte do Porto e segue até Vigo, mas demora tanto tempo a fazer o percurso que mais vale fazer a distância de bicicleta.

      Como é típico nestas coisas, primeiro deixam cair a linha de combóio em desuso por falta de obras de modernização/manutenção, depois constroem vias rodoviárias rápidas (no caso autoestrada), finalmente prometem um combóio de alta velocidade (imagino que 250 Km/Hora) para percorrer 150 Km através duma região onde moram milhões e unir 2 cidades com 200.000 pessoas.

      Aqui aplica-se a mesma conclusão do post:”Creo que non estamos a empregar a solución axeitada“.

  3. Está vostede a explicar o acontecido na historia recente no eixo Coruña-Vigo con precisión matemática…

    • A sul e a norte do Minho, velho e verde reino da Galiza ou a região galaico-duriense dos romanos, a mesma gente e os mesmos desacertos.

      Só um reparo, Míguez: isso de “precisão matemática” aplicada a algo que eu diga não vai muito com os hábitos da casa; isto é mais ao jeito das cantigas de escárnio e mal-dizer à boa maneira da lírica galaico-portuguesa :).

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