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afinal, enganei-me…

…ninguém precisou de morrer, desta vez.

Las autoridades cubanas informaron además que los 47 prisioneros que restan de los que fueron detenidos en 2003, serán puestos en libertad y podrán salir del país. Esta gestión será concluida en un periodo de tres a cuatro meses a partir de este momento. Este proceso ha tomado en consideración las propuestas expresadas previamente al cardenal Ortega por los familiares de los presos.(da “nota de prensa do Arcebispado de la Habana” in Granma)

 É curioso como certos assuntos são tratados: a dissidência é tratada como crime e os presos políticos incriminados como presos comuns; de quando em vez, sempre pelas más razões, o regime condescende se surgir um interlocutor qualificado (Igreja, um membro de governo dum outro país).

Porém, ao país e aos cidadãos do país não há satisfações a dar.

Mas sejamos positivos: Fariñas acabou com a greve de fome. Ou, pelas suas próprias palavras: “Este confronto entre democratas e antidemocratas não tem vencedores, nem vencidos, só Cuba, nossa pátria, ganhou“.

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