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Não é fantástica esta preocupação em fazer o funeral de quem está morto e enterrado faz algumas dezenas de anos?

Rir de quê? De nada? Do nada? De não haver de que rir? O que era tremendamente cómico, precisamente por faltar o risível. Mas havia uma coisa de que eu podia-me rir. De continuar ali, quando eu era já inteiramente póstumo, muito mais póstumo do que um cadáver.” (in Sinais de Fogo, de Jorge de Sena ed. Público 2003)

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