novidades e outras coisas

Archive for Junho, 2009

“Visli a sorrateira malícia nos jeitos deles. ”

“O mundo, meus filhos, é longe daqui!” — eu defini. — Se queriam também vir? — perguntei.

Ao vavar: o que era um dizer desseguido, conjunto, em que mal se entendia nada. Ah, esses melhor se sabiam se mudos sendo. Dei brado. Indaguei dum. Tomou um esforço de beira de coragem, para me responder. (in Grande Sertão:Veredas)

big bug is watching you!

Já há dias li isto e fiquei preocupado: O problema é ter um cartão que cada cidadão supõe ser seguro mas que vai ser usado em qualquer computador pessoal, com qualquer software que apareça e em qualquer balcão por pessoas que não conhecem as vulnerabilidades deste sistema de segurança.(in Que Treta!)

Hoje leio que alguém votou duas vezes por “erro muito importante, que decorre da automatização do recenseamento eleitoral“.

É considerável o potencial criminoso de uma rede com milhares de computadores infectados, cada um capaz de assinar digitalmente documentos em nome dos detentores dos cartões mas a mando de quem controla o programa. E para implementar isto nem é preciso roubar cartões ou quebrar mensagens cifradas. Basta enganar o utilizador. (in Que Treta!)

É considerável o potencial criminoso de uma rede com milhares de computadores infectados, cada um capaz de assinar digitalmente documentos em nome dos detentores dos cartões mas a mando de quem controla o programa. E para implementar isto nem é preciso roubar cartões ou quebrar mensagens cifradas. Basta enganar o utilizador. (in Que Treta!)

eleições e bocejos

E pensar que houve e continua a haver quem dê a vida ou arrisque a liberdade pelo direito ao voto...

E pensar que houve e continua a haver quem dê a vida ou arrisque a liberdade pelo direito ao voto...

Porque tem de ser um frete especial participar num acto eleitoral genuinamente democrático? E porque é que os assuntos “europeus” nos são tão distantes e indiferentes (apesar de abalarem fortemente o nosso dia-a-dia e determinarem, para o melhor e o pior, o nosso futuro)?

Talvez fosse diferente se as “famílias políticas” representadas no Parlamento Europeu fizessem campanha “regional” pelos diversos países e através dos seus membros “locais”. Aí podiam defender um programa à escala europeia (do mesmo modo como faz um partido nacional nas legislativas).

Surgiriam, inevitavelmente, as “grandes questões” e a abordagem ultrapassaria as temáticas nacionais (embora seja duvidoso elencar os “grandes” temas da campanha europeia em Portugal como temas nacionais, quanto mais europeus…).

Os representantes eleitos teriam, a meu ver, maior eficácia e responsabilidade. Assim como o eleitorado.

Havia um slogan “anarca”, em tempos que já lá vão, que argumentava que “se o voto é uma arma, não votes” (porque ficarias desarmado, suponho). Uma arma não é certamente, mas é triste a nossa cultura política obrigar a relembrar constantemente a importância das eleições  livres e universais para os órgãos de soberania.

E uma coisa é certa: não basta votar em liberdade para que o exercício da cidadania tenha valor e eficácia. Mas isso é com cada qual (e com todos nós). Complicada coisa a Política. Em liberdade, bem entendido.

i’m afraid he’s right…

O povo português é o problema”, diz. Porquê? “Porque 97 por cento das ignições são causadas pelo homem, um número largamente superior ao que existe nos países vizinhos.” (in O Público)

cão d'agua

Nuvem de etiquetas

%d bloggers like this: