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pedra no sapato

sapato

Porque a crise toca a todos, até um nabo em economia, como eu, julga perceber que existem maneiras óbvias de reanimar as empresas, equilibrar balança de pagamentos e travar o desemprego. Por exemplo:  a indústria do calçado (dados de Novembro) exportou mais 2,2%   que no ano anterior e as exportações do sector representam mais de 90% da produção…parece bom, atendendo à crise, não é? 

Contudo, os industriais do calçado queixam-se de cortes cegos por parte das seguradoras que cobrem os riscos de crédito, vendo assim prejudicadas propostas de negócios e, inclusivamente, vendo em risco a própria sobrevivência. A situação já mereceu por parte do Governo medidas para que o Estado se substitua às seguradoras (o que nem implica “dar” dinheiro às empresas, nem assumir a totalidade dos riscos).

Mas a aplicação das promessas tarda e já está afectar directamente o calendário de encomendas do corrente ano: “As encomendas que estão a chegar desde o final de Janeiro ficam de lado para análise” (in JN)

A minha questão, muito ingénua, é a seguinte: porque não se dá prioridade total a uma medida tão vital às nossas exportações.?

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