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profecia cumprida

A profecia realizou-se. Em nome da modernidade caiu-se na pornografia em massa, na promoção do aborto, divórcio, deboche e perversão, no descalabro da educação, solidariedade e castidade, no horror da traição, solidão, depressão, suicídio. A sociedade ocidental, no meio da prosperidade, debate-se com terríveis problemas, da sida ao insucesso escolar e à decadência populacional, que advêm desta suposta revolução sexual.(JCésar Neves)

 

Sei que há quem goste de citar JCésar Neves pelo gozo que suas afirmações, reflexões e preocupações suscitam, mas como ele formula em voz alta o que muitos (muito poucos para o que ele gostaria) cultivam na sua vivência moral, crítica e cultural, para mim funciona como uma janela aberta para um outro mundo, infelizmente parte dos mundos que cruzo diariamente (e nem me apercebo tantas vezes).

Esse outro mundo pode ser velho, bafiento, o que quiserem chamar, mas nem é inofensivo, nem está ultrapassado. Os seus concorrentes directos, como os tele-evangélicos, até o tornam respeitável quando em confronto, mas quando se solta em textos como o acima citado faz-me pensar no verdadeiro sentido de declarações como “la paz, el respeto de los compromisos, de las especificidades de los pueblos y su derecho a la seguridad, la libertad y la autodeterminación, son la base de la relación entre las personas. La consecución de esto es uno de los grandes objetivos de las religiones“(in Declaracion de Madrid Conferencia Mundial para el Diálogo, promovida em Madrid pelo rei de Arabia Saudíta(*), Abdalá bin Adulaziz Al-Saud).

Porque, apetece perguntar a JCésar Neves a que milagrosa época se reporta ele em termos de comparação. E, note-se, todo o texto anda à volta dum acontecimento que, pelos vistos, marca o início do fim-do-mundo: a pílula anti-concepcional.

(*) actualização a 22/07/08:

(…)According to the Wahhabi imams who wrote this textbook*, it isn’t enough to simply worship God or just to love other believers; it is important to hate unbelievers, too. By the same token, (b) is wrong as well: Even a man who worships God cannot be said to have “true belief” if he also loves unbelievers. (Anne Apllebaum)

*do manual de ensino religioso Monoteísmo e Juriprudência , na sua última versão

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