novidades e outras coisas

Archive for Fevereiro, 2008

humildade

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“Solicito, por isso, a esta assembleia, como órgão supremo do Estado, que nas decisões de grande importância para o destino da nação, sobretudo as ligadas à defesa, política estrangeira e ao desenvolvimento económico do país, me seja permitido” consultar Fidel, acrescentou (in O Público)

apelo à desobediência civil!

42-18608539.jpg Non respete o limite de velocidade

Sexa no caso que sexa, unha vez iniciada unha maniobra de adiantamento, non mire o velocímetro para nada. Cada segundo que pase no carril do sentido contrario ou circulando paralelo a outro vehículo é perigoso, así que pise o gas a fondo e volva canto antes ás condicións normais de marcha. (in Apunta, para non esquecer)

“…resistência popular à “nova ordem” colonial do “império”…”

tl002643.jpgO João tem razão: os traços do posicionamento internacional da CGTP são um decalque da orientação geo-estratégica do PCP.

Se fosse eu a dizer, talvez acrescentasse: “…mais do que o costume“.

Para quem pense que os sindicatos são dispensáveis e coisa dum passado remoto, isto pode ser secundário. Mas não é.

“Coisas que são”

com a ignorância dos tempos, antigamente, essas coisas podiam, todo o mundo achava trivial (in Grande Sertão: Veredas)

esperança, talvez…

   Eu também ”non me fiaría moito do orgullo nacional-patriótico”, Miguez. Mas,mesmo sem ilusões sobre o que a independência possa trazer ao Kosovo, compreendo bem a expectativa dum povo há demasiado tempo “amarrado” a uma comunidade que o estranha, que o hostiliza e que desencadeou conflitos terríveis num passado muito recente.
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(mais…)

males venéreos

key055.jpg A Vénus aqui ao lado é datada de 1532, exposta ao público,habitualmente, num museu algures em terras germânicas. Tornou-se especialmente conhecida como ícone da série “Desperate Housewives”, ainda que de modo anónimo, mas com uma intencional animação que bem poderia já estar na cabeça do velho Cranach quando a pintou. (mais…)

autodeterminação

bandeira.jpgNão, não tenho ilusões sobre o futuro da nova nação, mas para quem ainda tem na memória como tudo começou e como se desenrolou desde o fim da Yuguslávia, nada é mais natural, merecido e inevitável.

Claro, o processo volta a revelar a incapacidade da União Europeia desenvolver uma estratégia comum e concertada. Mas, agora, a hora é a de festa para quem ainda há uma década lutava pela sobrevivência.

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timor

Apesar de tudo, que posso pensar do regime político dum Estado (Estado falhado, proto-Estado, o que se queira chamar…) onde é enterrado o responsável pela dupla tentativa de assassinato do primeiro-ministro e do presidente da república (democraticamente eleitos) num funeral que reúne milhares de pessoas em homenagem ao falecido (morto, recorde-se, durante uma das tentativas falhadas)? Isto a poucos dias depois dos acontecimentos e com o presidente ainda em estado crítico num hospital dum outro país.

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Em que o próprio primeiro-ministro, no dia seguinte após ter escapado à emboscada para o matarem, convoca uma conferência de imprensa no Palácio do Governo, ao lado do pai de quem organizou a conspiração, para os dois juntos apelarem à calma durante o funeral a realizar.

Do Estado Timorense concordo sobre suas insuficiências, mas do regime político creio que revela um sentido democrático, com respeito pela liberdade e pela pessoa humana, excepcional.

Onde mais se viu algo assim?

sign of the times

Os detalhes desta história justificam a sentença de prisão dum sindicalista: as formalidades não foram cumpridas. Não houve desacatos, alterações da ordem pública? Pouco importa: prisão com ele!

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sem ter sido notificado ao longo de meses, sem ter levado consigo testemunhas, nem tão- -pouco um advogado contratado, João Serpa teve a defendê-lo um advogado oficioso. Acabou condenado. (in DN)

e o meu candidato a presidente dos Estados Unidos é…

Também sdwf15-462526.jpgou dos que acham as eleições americanas algo semelhante à escolha do futuro presidente planetário, assim como o processo eleitoral americano me parece uma coisa extraordinária cheia de qualidades e defeitos. E tenho, obviamente, minhas preferências e antipatias.

Daí a fazer campanha eleitoral para portugueses por um candidato à presidência dos Estados Unidos, vai um passo demasiado largo para minhas curtas pernas. (mais…)

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