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“pobreza canicular”

Pero hai dúas entradas. Nunha, fan cola os nativos. Pola outra, déixame pasar o garda porque enriba da miña cachola reloce un símbolo invisíbel do dólar, da libra, do euro, do todo menos cubano. Pido o xeado máis complexo que sae na carta pero non hai. Non queda nada. Nada máis có xeado básico da casa. Delicioso por certo, aínda que sabe a faíscas porque meu padal xa é servo dos meus ollos e da miña mente, e non podo esquecer a xente arredor mirando. Ten que ser unha das cousas máis deprimentes que teño visto. Quen ten e quen non ten. E eu no seu país. (Craig Patterson in Vieiros)

Não tenho a fortaleza física necessária para conversar diretamente com os vizinhos do município onde fui proposto candidato para as eleições do domingo próximo. Faço o que posso: escrevo. (Fidel de Castro in Granma)

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Comentários a: "“pobreza canicular”" (2)

  1. Onte, ó xantar, comentábamos meu irmán e mais eu a risa que lle deba de estar a dar ós cubanos a crisis das bolsas mundiais de estes días. Algunha ventaxa tiña que ter ser pobre.

  2. O aborrecido é que mesmo quem não joga na Bolsa acaba por também sofrer as consequências, ao contrário do que se passa nos casinos.
    Mas porque hoje é dia de sorteio do euromilhões, minhas expectativas são altas (apesar de, em regra, o dia seguinte ser sempre dia de “crash”para mim…)
    bom fim de semana, Miguez, e atenção que a Quaresma está a chegar!

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