A Polícia de Segurança Pública é parca em comentários. O subintendente Henriques Almeida apenas afirmou que “o livro não era apropriado para ser exposto” numa feira de livros que estava a ser frequentada por crianças. “Houve muitas reclamações e, como medida cautelar, o livro foi retirado do local onde se encontrava”, explicou Henriques Almeida, acrescentando que “agora será avaliado pelas instâncias subsequentes se constitui, de facto, a prática de algum acto ilícito”. (in JN)

impróprio para consumo
Parece que as “brincadeiras” de Carnaval, este ano, andam à volta do mesmo: abuso de autoridade e aplicação de códigos morais. Em Torres Vedras, em Paredes do Coura. Também em Braga.
Algo anda pelo ar: um cheiro bafiento, rançoso, a coisa velha e estragada. Ministério Público, PSP, DREN…donde lhes vem a inspiração?
É como diz o livreiro António Lopes: “Sei que a PSP não recebeu ordens do ministério da Cultura, mas a verdade é que se sentem, actualmente, à vontade para o fazer” (in Publico)