No post de ontem fui muito comedido na minha apreciação. Hoje, ao ler isto, devo acrescentar: há algo de estruturalmente burro no modo de funcionamento do Estado, administrativa e políticamente.

Como parece haver uma passividade bovina nos tão aclamados centros de excelência, objectivamente em todos os seus actores envolvidos (”Empresas, Centros de Investigação e Centros Tecnológicos, Universidades, Politécnicos e demais Instituições de Ensino Superior, Organismos Públicos e Associações Empresariais ou Sectoriais visando criar redes e definir novos paradigmas de excelência com forte componente das TIC”), incapazes duma tomada de posição pública a respeito destes atropelos à inteligência, à iniciativa e ao desenvolvimento de alternativas energéticas.
Depois venham falar das novas barragens hidro-eléctricas, das campanhas para mudar as lâmpadas em casa, das dificuldades em cumprir as metas de Quioto…ah! e dos eco-fundamentalistas e quejandos.