(…)sempre foi e é o comércio entre os povos que desenvolve as cidades e as regiões.
As duas vias que aqui oferecemos, o canal e a ferrovia, pois só por elas exigirão um porto interior que, como todos os portos interiores por esse Mundo fora, há-de injectar em toda a zona progresso que nem nos atrevemos a quantificar.
Assim aconteceu em toda a parte, por que é que aqui não há-de acontecer? (Almeida e Sousa in JN)
