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Arquivo de Janeiro, 2008

coisas que me espantam

Desde a sua fundação, o BCP foi paradigma de visão estratégica, boa gestão e inovação. Houve, também desde o início, a polémica ligação com a Opus Dei e a (concomitante?) descriminação sexual ao não empregar mulheres por uma questão de produtividade. Porém, a imagem que vingou foi a da grande empresa que revolucionou a banca [...]

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(…) Ora, este duplo desaparecimento - dos mercados nas cidades e dos produtores em seu redor - é um incentivo criminoso ao abandono dos campos. E se, por maldade ou incúria dos homens - como acontecerá se o Bolhão for destruído - se quebrarem os elos duma cadeia vital, os resistentes de hoje serão os [...]

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“pobreza canicular”

Pero hai dúas entradas. Nunha, fan cola os nativos. Pola outra, déixame pasar o garda porque enriba da miña cachola reloce un símbolo invisíbel do dólar, da libra, do euro, do todo menos cubano. Pido o xeado máis complexo que sae na carta pero non hai. Non queda nada. Nada máis có xeado básico da [...]

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Como não amar estes dias de sol, o calor que se sente no ar, o cheiro que faz lembrar primavera? Um fulgor? Um fluir?/Eras tu? Era o dia? (Eugénio de Andrade)
E depois vem o sentimento de culpa, a ominosa tentação de que a primavera chegue antes do tempo.
Até chegar o arrepio, a dúvida, o medo [...]

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prova de vida

Lo peor no es el dolor físico, no son las cadenas que llevamos colgadas al cuello, ni las permanentes enfermedades. Es la agonía mental causada por la irracionalidad de todo esto, el enojo que produce la perversidad del malo y la indiferencia del bueno (Luis Mendieta, no nono ano de cativeiro, in BBC)

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Leia-se um post de viagem que levanta questões bem pertinentes, distintas entre si, mas que se podem associar num fio de ideias: (mais…)

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a vila

Tanta singularidade tem que dar para o torto, argumentará o autarca desenvolvimentista: como é que terra que não betoniza a torto e a direito os seus valores naturais pode «criar riqueza»? O certo é que cria, pois o concelho tem um ar indiscutivelmente próspero. Sem ter inaugurado nenhuma atracção espampanante como a Bracalândia ou a [...]

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É uma questão muito simples. Básica, mesmo. A colocar frente aos que se revêem na história, na luta, na política, no espírito (seja lá o que isso for), das FARC:
“Não se sentem, um bocadinho que seja, assim a modos como que sem saber que dizer a propósito  dos relatos destas mulheres?” 

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Contar é muito, muito dificultoso. Não pelos anos que se já passaram. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas — de fazer balancê, de se remexerem dos lugares.(in Grande Sertão: Veredas de João Guimarães Rosa citado pelo Riobaldo e Diadorim)

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(…) los Gobiernos democráticos han preferido mostrar a los clérigos la zanahoria. Parece que el experimento no funciona.(José Luis Cebrían)

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